Anteriormente em Digimon Witch-Hunt... Ruki e Yolei conseguem atingir digievoluções para Renamon e Hawkmon e a ruiva decide se afastar momentaneamente do grupo para treinar e adquirir experiência em batalhas, já que ela acredita que o ideal é que as Digi-Escolhidas se tornem Domadoras de Digimon. Enquanto isso, Mimi é facilmente enganada por Nanomon ao chegarem na Cidade Fatorial e isso custa bastante caro...
As ondas do mar quebravam e faziam um som muito característico, enquanto todas as garotas, sentadas enfileiradas, o observavam quietas e sem dizer uma palavra. A água aqui parecia bem líquida, diferente do lago das torres. O oceano era extremamente vasto e não se via nada no horizonte senão um azul sem fim, do encontro das águas com os céus, a muitos e muitos quilômetros de distância.
Havia se passado um dia desde o incidente na Cidade Fatorial e Mimi estava quieta demais. As outras meninas nem sabiam o que dizer, para falar a verdade, e aí ficava aquele climão pesado. Ruki voltara do "passeio" com a notícia desagradável e ficou mentalmente creditando o ocorrido graças às garotas não terem seguido o seu conselho de domarem os seus Digimon para enfrentarem ameaças. Mas, resolveu ficar quieta e não falar nada, já que Mimi já estava despedaçada demais.
Próximo ao mar, existia uma fileira de telefones públicos (mais um bug que confundia o acervo de dados vindo do mundo dos humanos com os que compunham o mundo digital), mas nenhum deles funcionava. Foi o que Zoe constatou depois de mais de uma hora testando (embora ela nunca tenha utilizado um orelhão na vida, já que aquilo não fazia parte da sua geração).
Aquele havia se tornado o ponto de encontro das Digi-escolhidas. O que quer que acontecesse e elas se separassem, deveriam então se reunir novamente juntos aos telefones próximo ao mar.
A situação estava ficando bastante tensa e o grupo estava começando a sentir os efeitos de ficar no Digimundo. Saudades de casa, da família, dos animais de estimação, da escola, até das coisas que elas acompanhavam na internet, da música que escutavam, dos amigos com quem brincavam, conversavam e saíam, de tudo. Mantê-las unidas estava se tornando algo bastante difícil porque o estado de saúde mental de todas estava se deteriorando bastante e, como nenhuma sabia o que deveria fazer em uma situação adversa como aquela, por breves momentos, elas surtavam, brigavam, choravam...
Então, caso quisessem espairecer, dar uma voltinha, refletir, derramar um pouco de lágrimas, cada uma tinha um espacinho para isso, desde que voltasse, como combinado, até o pôr-do-sol ao ponto determinado (que no caso, eram as cabines telefônicas).
Elas não sabiam mais o que fazer. Sabiam que sua missão naquele mundo envolvia chegar ao Continente Servidor e para isso, precisariam atravessar o Oceano, mas como? Bem, Andromon talvez tenha feito muito mais do que apenas restaurar a Digitama de Palmon: ele lhes deu uma dica...















E foi assim que as garotas passaram a conhecer as cabines telefônicas à margem do mar.
Mas, o tempo passou e nada de Whamon chegar... Além disso, nenhuma outra Digi-Escolhida recebeu uma nova localização/coordenada para adquirir uma nova evolução.
Estava ficando desesperador ficar nesse desamparo todo. Tinkermon, que era quem havia posto aparentemente todas elas naquela enrascada, nem sequer dava sinal de vida e os Digimons selvagens vez ou outra atacavam, mas Ruki era a primeira a entrar em ação e nocautear o inimigo. Renamon estava ficando cada vez mais alta e mais musculosa, talvez fosse em razão disso.
E foi então que Ruby recebeu um convite inusitado.

*Nota = "-chan" é um honorífico (termo que confere consideração, respeito, independentemente de qualquer vantagem material ou poder real) japonês usado normalmente com mulheres, e com pessoas mais novas. Ele só deve ser usado com pessoas com que se tenha intimidade. Embora seu significado literal não seja esse, ele às vezes pode ser interpretado como um diminutivo. Assim, “Maria-chan” poderia ser traduzido como “Mariazinha”. (Fonte = KRUGER, Charles. Disponível em: Link)


Mimi segura a mão de Ruki, olhando profundamente para a ruiva, que fica sem jeito.

A última coisa que Ruki queria era um peso para carregar e ela achava que Mimi era verdadeiramente um fardo para o grupo. Aquela personalidade infantil e inocente demais poderia colocar todas elas em perigo (de novo). Mas, Ruki jamais poderia ignorar aquele pedido, que demonstrava uma vontade de querer mudar, de crescer, de aprender. E especialmente porque Ruki não conseguia quebrar o coração de Mimi dando uma resposta negativa.


Renamon dá um sorrisinho, vendo que a sua "domadora", é na verdade uma boa criança, apesar da dureza com que tratava todos ao seu redor.

Convida então Ruki, se levantando. E mimi a segue, segurando fortemente a Digitama de Palmon, com medo que caísse e virasse omelete.
Enquanto isso, Yolei, Sora e Zoe, que estavam lado a lado, resolvem conversar, aproveitando que o climão ruim havia se dissipado por um momento.






Zoe não tinha medo de nada, mas em todo caso, ela mantinha um Digimon perto dela SEMPRE. Ela aponta para a margem, onde estava tal companheiro, dormindo enterrado na areia.




Zoe dá de ombros.

E assim, o grupo que era formado por 5 meninas e (agora) 4 Digimons, se separa completamente. Ruki e Mimi saem por um lado. A domadora tentava encontrar novos oponentes para derrotar e assim upar Renamon, ao passo em que Mimi seria sua aprendiz, verificando seus passos na prática.
Sora, que estava extremamente desgastada psicologicamente, mas ainda prezava o bem de todos, se junta a Yolei, que era a mais parecida com ela no grupo e a que mais tinha um pensamento coletivo naquele momento (embora no começo, ela tenha tentado fugir do Digimundo e que se danassem as outras). Na verdade, as duas tinham mais em comum do que pensavam.
E Zoe, por outro lado, estava buscando a leveza, enquanto traçava com o dedo na areia, planos alternativos para chegar ao Continente Servidor, caso a opção A (Whamon) não desse certo.
Mas o que as garotas não sabiam era que esse afastamento umas das outras, resultaria em uma grande ameaça. Uma ameaça DUPLA desta vez...
E foi assim como tudo começou... Mimi e Ruki estavam caminhando por uma área de árvores e arbustos, conversando.


Eram arbustos dos quais flores com o formato de uma boca azul saíam. E não eram simples bocas, mas bocas CHEIAS DE DENTES.

Mimi estava mais esperta. Por mais que ela adorasse aquele tom de azul e achasse o formato das plantas tão peculiares, ela não iria sair agarrando como antes faria. Estava ressabiada.
E assim, continuou andando, tentando acompanhar Ruki e Renamon, com seus passos largos.












Mas Ruki não foi muito feliz nessa fala. Ela não havia percebido, mas aquelas plantas no formato de bocas possuíam mais do que apenas órgãos com senso de paladar. Elas também tinham ouvidos.
"Vocês ouviram o que ela disse?" — Pergunta a primeira planta, que estava muito além de ser um ser vivo vegetativo.
"Sim!" — Responde uma segunda boca azul.
"Ela quer se tornar igual ao Ryo Akiyama!" — Alarma-se outra planta.
"O que quer dizer... Que ela vai tentar dominar o Digimundo!" — Conclui a primeira flor de boca azul.
"E usar os Digimons para seus próprios propósitos!" — Naquele instante, todas as plantas estavam extremamente chocadas.
"Precisamos contar ao senhor Centarumon!" — Diz outra. E assim, as plantas se alinham entre cochichos, para espalhar a fofoca.
Enquanto isso, para o outro lado, estavam caminhando Sora e Yolei, também em um campo florido como aquele pelo qual Ruki e Mimi acabaram de passar.













Sora não poderia estar mais enganada...




Sora não poderia estar mais enganada PORQUE aquelas palavras de Yolei foram ouvidas pelos ouvidos errados, ou melhor... Pelas BOCAS erradas.
"Vocês ouviram o que elas disseram?" — Pergunta uma das plantas.
"Chamaram os Digimons de malvados!" — Fala outra flor.
"E disseram que vão chutar suas bundas!" — Alarma-se outra planta.
"E detonar com o Digimundo!!!!" — Aqueles comentários deixaram as flores de boca azul alvorotadas e, se tivessem olhos, com certeza estariam bem arregalados.
"Esperem até Saberdramon saber disso!" — Diz outra planta, na intenção de espalhar a fofoca.
Demorou pouco menos de uma hora, então, para que os eventos daquele dia se desenvolvessem. Foi mais ou menos assim...
Zoe estava ocupada na praia, perdida em seus pensamentos, desenhando na areia, quando sentiu algo se aproximar às suas costas.

Era uma criatura enorme, com feições de cavalo e de humano. Um centauro de armadura, cujas proteções eram couraças púrpuras que agoniantemente brotavam de dentro da própria pele. Seu braço estava transformado em um canhão, que mirava para Zoe.




E mais adiante, simultaneamente...



Renamon se vira com o grito de Mimi e vislumbra uma figura flamejante. Uma ave cujas asas crepitavam feito fogo negro, segurando Ruki com as garras dos pés, a dezenas de metros de altura.



— Diz a ave gigante, dando um alerta a Ruki e Renamon.



O local era chamado Cemitério de Overdell e era onde estavam reunidos diversos Digimons, em torno das lápides daqueles que já partiram.







Eles eram Sukamon, Tyumon, Soulmon, Starmon, Sunflowmon, Mushroomon e Bakemon, respectivamente. Eram Digimon civis que estavam assustados, com muito medo.
Assim que Centarumon e Saberdramon chegam, no entanto, eles parecem se acalmar. Os Digimon em questão haviam amarrado Zoe, Bun, Ruki, Renamon e Mimi e a Digitama de Palmon em um círculo, separando-as de seus Digivices para que não pudessem realizar a Digievolução.


Zoe, amarrada, grita para seus raptores.






Mimi estava com medo, mas desde que Palmon se foi, ela não tinha mais demonstrado suas fraquezas.




Neste instante, Zoe se pergunta o que Centarumon e Saberdramon pretendiam fazer com eles...


E assim, Centalmon e os outros Digimon começam a atacar o solo, na tentativa de abrir uma cova larga o suficiente para enterrar todas as Digi-Escolhidas e seus parceiros Digimon naquele cemitério.












Os ataques se unem para formar uma única e grande explosão e uma cova gigante é aberta.





Enquanto isso, as garotas que ainda não haviam sido presas voltam de sua caminhada para o ponto de encontro, a praia dos orelhões, e se surpreendem por não encontrarem nenhuma das garotas por lá.























Piyomon fica admirando Sora e a forma como ela lida com as coisas. A Digimon fica encantadíssima com aquilo. Seus olhos brilham.

— Diz Yolei, já montada em seu Digimon Hiper-Evoluído. E assim, os 4 levantam voo, desaparecendo daquela praia...
E assim, elas começam a sobrevoar a Ilha Arquivo, à procura de suas amigas.








Então, neste momento, o Digivice de Sora, que era grudado no braço, dá sinal de vida. Era a voz da Tinkermon.


No visor do Digi-vice de repente aparece um mapa da Ilha Arquivo e dois pontinhos vermelhos piscando. Um representava a localização atual de Sora, o outro, representava a localização do Cemitério de Overdell, onde as outras meninas estavam sendo mantidas presas.












Sora pode ver que Piyomon estava realmente preocupada com aquilo. Mas o coração da mãezona começa a emitir o sentimento que mais lhe nutria, amor. Ela não podia abandonar suas amigas.


Piyomon fica triste por um breve momento, mas então, seu cenho se franze e a Digimon toma uma decisão:




Os olhos de Sora enchem-se de lágrimas.

Sora limpa as lágrimas antes que elas se esparramassem rosto abaixo e muda de semblante, adotando a mesma postura firme que Piyomon.






Yolei então faz um gesto para Holsmon baixar e o Digimon então pousa no meio da floresta, deixando Sora e Piyomon descerem de suas costas.


E assim, as duas garotas se separam. Yolei e Holsmon voltam para os céus, para procurar as meninas lá de cima, e Sora e Piyomon vão pela floresta, seguindo o brilho vermelho indicado no Digivice.


Yolei estava certa. A presença de uma criatura alada completamente feita de sombras surge no céu. Era Saberdramon!, Digimon que já chega atacando Yolei, fazendo-a cair de cima de Holsmon.




Saberdramon ataca Holsmon diretamente com discos de energia sombria, fazendo-o também cair, ferido.
Assim, Saberdramon carrega Hawkmon (cuja Hiper-Digievolução se desfez depois deste golpe) em uma das patas e Yolei na outra, retornando para o Cemitério de Overdell e adicionando mais uma garota à lista de reféns.


Saberdramon solta Yolei e Hawkmon no chão, e os Digimon Civis chegam para amarrá-los juntos às outras garotas que esperavam o tal "julgamento".



Enquanto isso, Sora se aventurava pela mata fechada, tentando chegar ao ponto marcado no mapa. Como Yolei foi levada voando, ela chegou bem antes que Sora, mas a separação foi benéfica, porque isso impediu a garota de ser levada também. Camuflada pelas copas das árvores, Sora passou despercebida aos olhos de Saberdramon e agora a garota tentava chegar até onde estavam suas amigas. É aí que Sora chega a uma igreja caindo aos pedaços, em pleno Digimundo.




Piyomon indica com a asa o símbolo de um "x" na igreja.






Sora se abaixa por trás dos arbustos e vai rastejando pelo chão até os fundos da igreja, onde observa todos aqueles Digimon reunidos em torno das lápides, a enorme cova cheia de cocô aberta no chão e todas as outras Digi-Escolhidas amarradas.







Centarumon dispara um feixe de luz solar contra o arbusto onde Sora estava, fazendo-o explodir. Por sorte, Sora e Piyomon se jogam para longe, contra o chão, evitando o impacto.





Ao ouvir suas colegas a chamando, o coração de Sora se enche de amor. Ela não pode desistir de salvar suas amigas. Elas estavam se tornando, dia a dia, sua nova família.

Enquanto isso, Centarumon continuava disparando seus ataques de bazuca contra Sorta, destruindo tudo o que atingia. E a garota, corria para se esquivar.

Em dado momento, Sora corre para um lado, e Piyomon corre para outro, e é neste momento que Centarumon consegue atingir a Digimon de Sora.



Saberdramon usa seus enormes pés para segurar a ferida Piyomon e levá-la para junto das Digi-Escolhidas e seus Digimon, amarrando-a firmemente. Agora apenas Sora ainda não havia sido pega.









Centarumon aponta para os Digimons civis ali presentes... Sukamon, Tyumon, Sunflowmon, Soulmon, Bakemon, Mushroomon e Starmon... Estavam todos tremendo. Eles TEMIAM as crianças humanas.






Sora pega-se desesperada pensando numa maneira de resgatar suas amigas e sua Digimon Piyomon. É então que ela percebe que nenhuma das garotas estava com seus Digivices, pois para saírem daquela situação, bastava que evoluíssem seus Digimons para se libertar. Os Digimons raptores haviam separado as Digi-Escolhidas de suas únicas armas.

Sora, entretanto, ainda não havia sido pega e continuava com seu Digivice acoplado no braço. A garota então corre na direção da igreja, e Centarumon e Saberdramon a seguem, na tentativa de pegá-la...





Sora começa a mexer em seu Digivice enquanto Corre, abrindo e teclado e Digitando os seguintes comandos: Piyomon, Fogo Mágico.





Assim, mesmo à distância, Sora consegue emitir comandos para sua Digimon, que começa a expelir chamas verdes (o Fogo Mágico), queimando as cortas que a amarravam e em seguida, soltando seus parceiros Digimon e as garotas humanas.

Centarumon e Saberdramon, que perseguiam Sora, entretanto, não veem que tudo isso está acontecendo Às suas costas, pois estão ocupados caçando a garota. Os Digimons civis ficam tremendo na base ao ver que as humanas haviam se libertado e não fazem nada para contê-las.


Piyomon ouve aquelas palavras de Yolei e é como se fosse um baque em seu coraçãozinho digital. Sora queria salvar todo mundo e por isso, estava pondo a si mesma em perigo para que as garotas saíssem ilesas.

Piyomon também se lembra de Sora lhe dizendo que precisava salvar as suas amigas, o que fez a própria Piyomon sacrificar a sua vontade de receber uma Digi-Evolução capaz de voar plenamente. Piyomon se recorda ainda de Sora dizendo que se ela demonstrasse seu amor para salvar suas amigas, então ela provaria sua utilidade dentro do grupo, o que era justamente o que a garota humana estava fazendo. Piyomon então rememora a frase que Sora disse para Yolei antes das duas se separarem: "Uma mãe que recebe o chamado para proteger os seus filhos se sacrifica para ver o bem deles!", e isso enche o coração da Digimon-pássaro de amor.



Munindo-se da energia do amor despertada pelo que sentia por Sora, Piyomon voa muito rapidamente na direção da garota humana, que era atacada violentamente por Centarumon e Saberdramon.

E a Digimon se coloca na frente Sora para protegê-la completamente dos ataques, levando muito dano!

Piyomon agora jaz moribunda no chão, severamente ferida.

Neste momento, a Digimon fica inconsciente e sua Digi-Escolhida, com os olhos cheios de lágrimas, muito ressentida, Grita:

Uma luz forte brilha no Digivice de Sora e isso envolve Piyomon em muita, muita energia, fazendo seus dados se multiplicarem em questão de segundos para que ela se recuperasse e atingisse um novo nível de poder, o Nível Campeão.








Kiwimon abre sua boca e de dentro dela, dispara diversos filhotes, os ChibiKiwimon que atravessam os ataques de Centarumon e Saberdramon, permanecendo ilesos, e atingindo os tais "justiceiros", fazendo-os parar de atacar.



O Digivice de Sora então aponta para Kiwimon e faz uma coisa que a garota humana até então não sabia que ele era capaz de fazer.

A voz que falava era mecânica desta vez, a voz do próprio Digivice, e não de de Tinkermon.



Sora corre e abraça Kiwimon, que volta a ser Piyomon nesse instante, pelo que tudo parecia ter se resolvido. As outras garotas humanas surgem por trás de Centarumon e Saberdramon, mas eles não se empenham mais em atacar. Estavam completamente convencidos de que aquelas meninas eram diferentes dos Digi-Escolhidos anteriores.








Os Cidadãos Digimons, devotos de Yggdrasill também aparecem e parecem comemorar. Depois da demonstração de afeto de Sora e Kiwimon, eles não tinham mais medo de humanos. Bom... Pelo menos DAQUELAS humanas que estavam ali.

Centarumon devolve todos os Digivices às Digi-escolhidas.









Continua...
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